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Acompanhe
aqui crônicas feitas por motociclistas para sua leitura e reflexão.

29/09/2010 - A elegância do comportamento no motociclismo
Existe
uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja
cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom
que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem
mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É
a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã
até a hora de dormir e que se manifesta nas
situações mais prosaicas, inclusive quando pilotamos
nossa motocicleta.
É
uma elegância desobrigada, um gesto ao ser auxiliado numa
ultrapassagem, um cumprimento e um sorriso no pedágio, um leve
toque de buzina e cumprimento de mão aos guardas
rodoviários também não custa nada.
É
possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que
criticam, nas pessoas que escutam mais do que falam e quando falam,
passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no dia a dia.
Quando
nas estradas cruzamos ou ultrapassamos um companheiro motociclista
não custa um aceno de simpatia ou um toque de buzina, mesmo que
ele pilote uma 125 cc.
Numa
viagem com amigos ou simples conhecidos é possível
detectar elegância nas pessoas que não usam um tom
superior de voz ao se dirigir aos frentistas e garçons.
Nas pessoas que
evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em
humilhar os outros. É possível detectá-la em
pessoas pontuais.
Elegante é
o motociclista que demonstra interesse por assuntos que desconhece, se
preocupa com a manutenção da motocicleta do companheiro,
com sua bagagem, é quem cumpre o que promete. É elegante
não ser espaçoso demais nem querer ser líder por
vontade própria. É elegante não mudar seu estilo
apenas para se adaptar ao de outro, é muito elegante não falar de dinheiro e de viagens desconhecidas dos demais em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Uma potente moto
tinindo de nova, um belo sobrenome, experiência em grandes
quilometragens e nariz empinado não substituem a elegância
de um gesto.
Não
há livro que ensine alguém a ter uma visão
generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Os
motociclistas de um modo geral são solidários, leais,
amistosos.
Ser elegante
é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de
status social e das cilindradas da motocicleta. Se os companheiros de
jornada não merecem certa cordialidade, os inimigos é que
não irão desfrutá-la. Educação
enferruja por falta de uso.
E, detalhe: isso tudo não é frescura, é apenas A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO NO MOTOCICLISMO.
Autor:
Otavio Araujo “Gugu” - 68 anos, motociclista há 52
anos, residente em Taubaté SP. Administrador de Empresas e
empresário da construção civil, roda atualmente em
uma Honda Varadero V 1.000 - E-mail: otavio@globalplayer.com.br
21/03/2010 - Moto Clubes, Moto Grupos e Moto Turismo
Existem
milhares de grupos de motociclistas no Brasil. Cada qual se denomina de
uma forma: Moto Clubes, Moto Grupos e Moto Turismo. Nos últimos
anos temos uma proliferação desses grupos. Aqui no Rock
Riders tem mais de 1120 grupos cadastrados de todos os estados
brasileiros (confira aqui).
Embora o motoclubismo esteja ligado ao motociclismo de viagem, um
não depende do outro. Inclusive, a maioria dos grandes
motociclistas de viagem, não fazem parte de nenhum grupo de
motociclistas.
Um colete, por si só, é apenas uma peça de
vestimenta e não transforma ninguém em motociclista.
Motociclista é algo interior, é atitude, é pilotar
com responsabilidade e saber respeitar todos os demais motociclistas,
fazendo ou não parte de grupos.
É muito comum desavenças entre os motociclistas em
grupos, principalmente aqueles com centenas de integrantes.
Relacionamento humano não é fácil, e quanto maior
o número de pessoas de determinado grupo, maiores as chances de
ocorrerem problemas.
Grupos menores são mais propensos ao sucesso e a conquistarem o
verdadeiro objetivo de um grupo de motociclistas: amizade, irmandade,
ações sociais, passeios e viagens de moto. Pensando
assim, talvez a solução seja que os grupos limitem seu
número de integrantes. Mas cada qual tem autonomia, conforme os
objetivos de seus fundadores, de estabelecerem suas próprias
regras e serem o que desejarem.
Agora,
o que deveria ser proibido por aqueles grupos que são formados
como instituições sem fins lucrativos, é
justamente fazerem o contrário. Exercendo atividades comerciais
com lucro para uma ou outra pessoa. Nada contra grupos que tem lucro
financeiro. Mas, é preciso deixar isso às claras.
Num grupo de motociclistas, deve prevalecer o interesse e
decisões mútuas e não individuais. Tudo deve ser
compartilhado com o grupo, ou por aqueles integrantes mais
participantes e delegados para as diversas ações do
grupo.
Não é fácil gerir e organizar um grupo grande de
motociclistas. Dar-se trabalho e, claro, tem-se despesas, normalmente
cobertas pelos próprios integrantes, cujo único interesse
é manter a harmonia do grupo. Porém, tem-se aquelas
pessoas que querem tirar proveito próprio, por serem fundadores,
mesmo sendo seus grupos formados como instituições sem
fins lucrativos.
Ganhar dinheiro com motociclismo não é crime, pelo ao
contrário, é uma atividade comercial como qualquer outra e a maioria daqueles envolvidos comercialmente com
motociclismo tem grande paixão pelo meio. Mas, atividade
comercial é uma coisa, instituição sem fins
lucrativos é outra.
Texto pelo motociclista Policarpo Jr - Rock Riders
05/01/2010
- O
porque das minhas viagens de motocicleta
Muitas
vezes sou questionado por amigos não motociclistas o
porquê de viajar de moto, e não de carro. Não
é fácil explicar o porquê de se empreender viagens
de motocicleta. Como explicar que as razões se encontram
encravadas no meu íntimo? Como explicar o prazer, o desafio o
sabor de conquista, as sensações que sentimos? Por mais
que eu me esforce e tente explicar, não encontro as palavras e
os motivos de me aventurar pelo mundo nesse maravilhoso veículo
de duas rodas.
Os mesmos tipos de desafios passei quando velejava na classe Laser, um
pequeno veleiro para um único velejador. Quanto frio... as
mãos calejadas, esforço físico demasiado, o corpo
queimado do sol, sede, uma batalha em cada competição que
participava. Esforço solitário no cockpit, ventos fortes,
ventos fracos e o veleiro sempre avançando no meio do nada.
Viajar de moto não é barato, seguro nem confortável. Porque então?
Não estamos protegidos das intempéries, das pedras, dos
pássaros, não temos som, não temos ar
condicionado, nossa bagagem vai em bolsas, amassa tudo, molha, é
difícil de encontrar os objetos, de carregar e amarrar
diariamente a bagagem. Porque então viajar de moto?
E a mulher, a namorada, a chamada “garupa”? Já
pensou se ela não preferiria estar ao seu lado, tirando pequenos
cochilos, ao invés de estar agarrada, balançando, na
expectativa de uma parada para ir ao wc? O motociclista estradeiro que
encontrou a mulher-garupa deve agradecer aos céus.
Com a experiência de 50 anos de motociclismo digo aos amigos: -
É mais fácil comprar uma bela moto estradeira de 1.000 cc
do que encontrar a “garupa ideal”...
De uns anos para cá, com mais idade e experiência deixei a
batalha na busca dos horizontes no mar e me dediquei totalmente ao
motociclismo, muito menos cansativo, mas com maior risco fisicamente.
Em nossa vida, vamos vencendo os desafios e colecionando sucessos. No
motociclismo me sinto assim a cada partida para uma nova aventura.
Quando chego a minha casa e entro com a motocicleta na garagem,
sinto-me como os aventureiros que atravessam oceanos ou escalam
paredões rochosos – um vencedor, com apenas algumas
desventuras, como sempre, facilmente contornáveis, me
convenço de que moto é um sonho no qual você viaja.
Depois de um longo trajeto, escapando de buracos, acidentes, besouros,
cabras e tantas coisas mais, como frio, mão dormente, dor na
bunda, caminhões irresponsáveis, vento, chuva e chegamos
finalmente a um hotel ou pousada, NUNCA será como a casa ou a
cama da gente. Todos os dias em todas minhas prazerosas viagens senti
saudades de minha casa.
Viajar de moto é paixão, é curiosidade
incontrolável de ver ou rever estradas e paisagens, de sentir
liberdade, a sensação de risco, se sentir no mesmo dia
frio, calor, medo, saudade. Quem ainda não entende esse
espírito aventureiro, questiona os amigos motociclistas sobre o
motivo de suas longas e difíceis viagens ou travessias. Para mim
que conheço os desafios, o charme, e as dificuldades, viajar de
moto é uma questão de apenas viver a vida sobre esse
veículo transmissor de emoções.
Esses são os meus motivos.
Autor:
Otavio Araujo “Gugu” - 67 anos, motociclista há 51
anos. Administrador de Empresas e empresário da
construção civil, roda atualmente em uma Honda Varadero V
1.000 - E-mail: otavio@globalplayer.com.br

27/11/2009
-Uma
semana depois de uma Longa Viagem de Moto
É complicado explicar os sentimentos
do coração de um motociclista, uma semana depois de ter realizado uma
longa moto viagem.
Tudo depende do perfil do motociclista, do seu estilo de vida e qual
viagem realizou. Por exemplo, imagine um motociclista que foi
até a Amazônia, saindo de São Paulo, pegando
trechos de barro e cortando a floresta pela Transamazônica.
Imagine outro que acaba de voltar do Ushuaia (extremo sul da
América do Sul) ou países do Cone Sul? Se até
mesmo um que fez a "ponte aérea Rio-São Paulo a trabalho"
fica meio transtornado logo quando chega, o que será daquele que
pilotando uma moto cruza países e continentes?
Tive a oportunidade de conhecer e conversar, uma semana depois da
chegada de um motociclista que rodou de São Paulo até o
Alasca, ida e volta. Ele estava com os olhos cheios de lágrimas,
e só conseguia dizer: " Não dá para explicar.
Não sei o que dizer, estou meio abobalhado ainda.". Não
adianta ler aqui no Rock Riders, em revistas, livros ou TV, só
mesmo realizando uma longa viagem de moto para compreender o sentimento
de um motociclista e, principalmente, o seu próprio.
Qualquer que seja a longa moto viagem, uma semana depois, seu
realizador ainda está meio perturbado. É muito intensa a
experiência, as fichas vão caindo aos poucos e a
vivência só pode ser compartilhada com outros
motociclistas que também já realizaram longas
viagens.
Texto pelo motociclista Policarpo Jr - Rock Riders

19/08/2009
- Viagens
de longas distâncias com amigos
Todos
os motociclistas que realizam viagens de longas distâncias, acima de
4000km, em vários dias de viagem, afirmam: não é fácil fazer essas
viagens com outros amigos, na dúvida vá sozinho.
É preciso entender que vários dias juntos, assim como em um
"casamento" ou "sociedade de uma empresa" é preciso
ter quatro ingredientes fundamentais: "sinergia, companheirismo,
tolerância e muito bom humor".
Por exemplo, tenho um grande amigo, o Zé Carlos (www.motoa2.com.br)
que realiza constantemente viagens longas de moto, principalmente para os
países do Conesul. Ele pilota motos a mais de 20 anos e ultimamente só
roda de V-Strom 1000cc, acelerando forte. O que será de mim se for numa
viagem longa ao seu lado, pilotando minha custom Boulevard M800 num ritmo
diferente do dele? (é só um respeitar o ritmo do outro) E como fico
quando quiser parar para fumar, já que o Zé Carlos não fuma? - (que tal
fumar quando parar para abastecer, é só combinar). Minha moto precisa
ser abastecida antes da dele, então precisamos combinar as paradas. Sou
daqueles que quando vê uma linda paisagem na estrada, irei querer parar
para fotografar e o Zé Carlos? Prefiro sair do hotel às 09hs para
continuar a viagem, ao invés das 07hs, e o Zé Carlos? Depois do almoço,
gosto de descansar uns 30 minutos antes de pilotar, e o Zé Carlos? Para
finalizar, é só combinar, como diz o ditado: O combinado não é caro.
Antes de realizar uma grande viagem com um ou mais amigos é preciso
discutir vários pontos, fazer um planejamento que contente a todos e
antes de partir ter a certeza: todos passarão por momentos estressantes,
é preciso ter paciência e tolerância e uma boa dose de bom humor. Conheço
vários motociclistas realizadores de grandes viagens que já tiveram
problemas com amigos.
O que vale é aproveitar a viagem, curtir todos os momentos e quando
aparecer o "stress", dar uma risada! Relevar e compreender que
cada ser humano tem suas características e por isso mesmo somos seres
especiais.
Autor:
Policarpo Jr -
37 anos, motociclista há 12 anos. Administrador de Empresas. Editor do
portal Rock Riders.

16/05/2009
- Moto
Clubes - Diversão e solidariedade em duas rodas
Existem
milhares de moto clubes em várias cidades brasileiras de todos
os estados. Cada moto clube tem suas características, mas todos,
normalmente, são compostos por motociclistas que curtem o
motociclismo de viagem.
Fazer parte de um moto clube é saudável, pois, propicia
um ambiente onde conversas sobre motos, passeios de motos e novos
amigos surgem a todo momento. Ser membro de um Moto Clube é uma
forma de conhecermos mais o meio do motociclismo e ter sempre a
companhia de amigos para passear, viajar de moto e participar de
eventos diversos.
Muitos Moto Clubes realizam também eventos solidários,
como ajudar casas de assistência a crianças carentes,
idosos e pessoas enfermas. Cada MC (abreviação de Moto
Clube) tem suas regras próprias para a entrada de novos
integrantes, assim como perfis diferentes, por exemplo, existem
MC´s só para motos custom, outros só para motos
acima de 600cc, outros só para mulheres e até mesmo para
determinada religião.
Vale dizer que rodar na estrada em grupo de amigos é bem
diferente do que rodar sozinho, requer treinamento e experiência
e uma condição de pilotagem diferenciada, afinal, tudo
que seu colega motociclista fizer, você fará igual, como
paradas em postos de abastecimento e manter a velocidade cruzeiro
conforme o grupo. Além disso, rodar com amigos é mais
seguro do que rodar sozinho, já que qualquer pane ou incidente,
você terá a companhia e ajuda dos amigos.
Por outro lado, como em qualquer grupo de pessoas, é preciso que
você valorize sua “individualidade”, porque é
muito comum integrantes de moto clubes ficarem restritos a determinados
valores e realidades do grupo, onde um faz o que todos fazem,
esquecendo de outras fontes de diversão e
informação.
No portal de motociclismo de viagem Rock Riders existe uma seção específica para
Moto
Clubes,
onde mais de 1090 MC´s já se cadastraram e estão
sendo veiculados. Conheça-os e quem sabe você pode vir a
ser um novo membro de algum deles.
Autor:
Policarpo Jr -
37 anos, motociclista há 13 anos. Administrador de Empresas. Editor do
portal Rock Riders.

19/03/2009
- O
verdadeiro espírito do Motociclista
No fim do ano passado, acompanhei um amigo aqui de Taubaté a uma oficina onde ele foi deixar sua motocicleta.
Rafael
cumprimentou o mecânico amavelmente, mas, como retorno, recebeu
um tratamento seco, meio rude e até grosseiro.
Explicando
o problema de sua motocicleta em detalhes, meu amigo sorriu
atenciosamente e pediu que caprichasse na revisão.
Logo que ele montou na minha garupa, saímos da oficina, levantei a viseira do capacete e perguntei:
- Esse cara é meio grosso, ele deve trabalhar bem, ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, ele é um ótimo mecânico e é sempre assim, “irritadinho”.
- Mas como você é tão legal, calmo, atencioso e amável com ele?
- Sim, sempre sou assim, quanto mais o conheço mais o trato com cortesia e amabilidade.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
-
Porque não quero que ele decida sobre meu humor, como devo agir.
Gugu, nós somos nossos "próprios donos", disse o Rafael.
Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem
estar à mercê da impaciência, do mau humor, da
raiva, e da mesquinharia dos outros. Não devem ser as pessoas e
os ambientes que nos transformam e sim nós que podemos e devemos
transformar para melhor os ambientes e pessoas.
Antes de abaixar a viseira ainda ouvi: - "Para saber quantos amigos
você tem, dê uma festa, para saber a quantidade e a
qualidade deles, fique doente!"
Mesmo sendo eu um motociclista com mais de 50 anos de
“estrada” continuo entendendo cada dia mais o verdadeiro
espírito do motociclista.
Autor:
Otavio – “Gugu” - 66 anos, motociclista há 51
anos. Administrador de Empresas e Empresário no setor da
Construção Civil, roda numa Honda Varadero V 1.000 -
E-mail: otavio.taubate@terra.com.br

11/02/2009
- A Moto e o caminhão de lixo
Um dia rodava de
moto numa Rua de Moema com um amigo, estávamos rodando na faixa
certa quando de repente um carro azul saiu do estacionamento na nossa
frente, quase batendo na BMW do meu amigo.
Carlos, o meu amigo, experiente motociclista freou, deslizou e escapou do carro por um triz!
Meu instinto foi perseguir o motorista irresponsável e lhe dizer
poucas e boas. Meu amigo apenas sacudiu a cabeça e acenou para o
cara no trânsito parado pouco adiante.
E eu quero dizer que ele o fez amigavelmente.
Assim que paramos pouco a frente eu perguntei: 'Porque você fez
isto? Este cara quase arruína sua motocicleta e nos manda para o
hospital!'
Foi quando Carlos me ensinou o que eu agora chamo 'A Lei do Caminhão de Lixo".
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de
lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de
frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento.
À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um
lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente.
Não tome isso pessoalmente.
Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente.
Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no
trabalho, em casa, ou nas ruas.
O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não
deixam os seus caminhões de lixo estragar o seu dia. A vida
é muito curta para levantar cedo de manhã com remorso.
Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem.
A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!
Tenha um bom dia, livre-se de lixo!
Autor:
Otavio – “Gugu” - 66 anos, motociclista há 51 anos.
Administrador de Empresas e Empresário no setor da Construção
Civil. E-mail: otavio.taubate@terra.com.br

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